sábado, 31 de dezembro de 2011

O massacre de Corumbiara - conheça essa história...

     O massacre de Corumbiara foi o resultado de um conflito violento ocorrido em 9 de agosto de 1995 no município de Corumbiara, no estado de Rondônia
   O conflito começou quando policiais entraram em confronto com camponeses sem-terra que estavam ocupando uma área, resultando na morte de 12 pessoas, entre elas uma criança de nove anos e dois policiais.

Em agosto de 1995, cerca de 600 camponeses haviam se mobilizado para tomar a Fazenda Santa Elina, tendo construído um acampamento no latifúndio improdutivo. 
Na madrugada do dia 9, por volta das três horas, 
pistoleiros armados, recrutados nas fazendas da região, 
além de soldados da Polícia Militar com os rostos cobertos,
 iniciaram os ataques ao acampamento.

         O número oficial de mortos no massacre é de 16 pessoas e há sete desaparecidos.
     Para os agricultores, entretanto, o número de mortos pode ter passado de 100 pois, segundo eles, muitos mais teriam sido mortos por policiais e jagunços, e enterrados sumariamente.
     Depois de horas de tiroteio, os camponeses não tinham mais munições para suas espingardas.
      O Comando de Operações Especiais, comandado na época pelo capitão José Hélio Cysneiros Pachá, jogou bombas de gás lacrimogênio e acendeu holofotes contra as famílias.
    A chacina ocorreu no governo do agora senador Valdir Raupp (PMDB).
        Mulheres foram usadas como escudo humano pelos policiais e pelos jagunços do fazendeiro Antenor Duarte.
      A pequenina Vanessa, de apenas seis anos, teve o corpo trespassado por uma bala "perdida", quando corria junto com sua família. Cinquenta e cinco posseiros ficaram gravemente feridos.
         Os laudos tanatoscópicos provaram execuções sumárias.
        O bispo de Guajará Mirim, dom Geraldo Verdier, recolheu amostras de ossos calcinados em fogueiras do acampamento e enviou a Faculté de Médicine Paris-Oeste, que confirmou a cremação de corpos humanos no acampamento da fazenda.

O massacre de Corumbiara também é retratado no documentário de  Vincent Carelli, que filma o que resta das evidências.
Veja trailer:

Atividade
- Elabore a partir do Texto Massacre Corumbiara um Mapa conceitual:
Contemple - 
- O que foi"
- Quando"
- Onde"
- Todas Consequências

..............................................................................
Fonte:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Massacre_de_Corumbiara

Vídeos:
http://www.youtube.com/watch?v=AAWbwFFx9VE&feature=related

Leia Também:
http://www.mst.org.br/node/1662
http://www.ub.edu/geocrit/sn/sn119-41.htm

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Biodiversidade em Rondônia

A delicadeza das flores tem a proteção das folhas em formatos diferenciados. Araçá.
Entre os meses de setembro e outubro as as tartarugas do Guaporé nidificam nas praias, época em que ficam mais vulneráveis e sofrem constantes ataques de seus pior predador, o homem. Sua carne é muito apreciada na região.
Corredeira no no Alto da Serra dos Pacaás Novos. Terra Indígena Uru Eu Wau Wau.
RESEX de Pedras Negars, antiga colocação de seringueiros na região guaporeana. Segundo alguns historiadores formada a partir de quilombos, de massas fugidas do Mato Grosso. As praias são do lado boliviano.


(Guaporé, terra das Águas. - http://www.rioterra.org.br/



)

sábado, 17 de dezembro de 2011

Casa de Rondon: Patrimônio esquecido...

História da Casa de Rondon
 Durante a terceira expedição à Amazônia, no ano de 1909, o Marechal Cândido Rondon recebeu a missão para estabelecer uma ligação entre os Estados do Rio de Janeiro e Acre. Em 12 de outubro de 1911 inaugurou a estação telegráfica de Vilhena. Segundo informações, Rondon não permaneceu na cidade, seu propósito era seguir instalando postos e deixou uma equipe responsável pelo posto telegráfico.

Em 1913 Rondon, ao colocar índios Nhambiquaras, históricos inimigos dos Cinta-Largas, para trabalhar no posto telegráfico, despertou a ira dos índios, que revidaram com a invasão e morte de um dos telegrafistas. No melhor estilo Cinta-Larga de demonstrar que não considera o inimigo como um igual, os índios devoraram o rapaz após a morte. Rondon foi atingido por uma flecha envenenada pelos índios, Salvo pela bandoleira de couro de sua espingarda, ordenou a seus comandados que não reagissem, demonstrando seu lema: “Morrer, se preciso for. Matar, nunca”.


Até a década de 60, os documentos continuaram no local, depois foram encaminhados para as cidades do Rio de Janeiro e Cuiabá. O posto telegráfico ficou abandonado até meados de 1970, somente com os equipamentos. A recuperação se deu em 1982, na tentativa de recuperar a memória do espaço físico que era intitulado como “Casa de Rondon”. Naquele mesmo espaço funcionava um Museu Municipal Marciano Zonoecê, que era a casa histórica e um zoológico, o local tornou-se um dos principais pontos de recreação e entretenimento das famílias vilhenenses. A 500 metros do museu existia um cemitério indígena da tribo Nhambiquaras, onde haviam sido enterradas cerca de 100 pessoas, porém era possível identificar apenas 18. Hoje o cemitério é coberto pela soja, plantada por agricultores, alimento que consumimos hoje.

 A região onde está a Casa de Rondon compreende o berço do núcleo urbano de Vilhena. Hoje, somente existe uma casinha caindo aos pedaços, telhado destruído, local sujo, coberto pelo mato sendo dominado pelos cupins, que não lembra nada um museu e sim um simples barraco abandonado.


A casa fechou há aproximadamente 15 anos, quando o prefeito do município ainda era o madeireiro Ademar Suckel. Mas no início do primeiro mandato do ex-prefeito Melki Donadon, o prefeito colocou uma família para cuidar da casa que continuou sendo visitada pelos turistas.

O museu e  o verdadeiro estado de abandono do local. No local, parte da memória histórica e da verdadeira identidade cultural do  povo do Cone Sul acabada, como podemos ver nas fotos. O local urge por um novo projeto para reconstruir a 'Casa de Rondon'.
Jessika Labajos

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

MARECHAL RONDON - O desbravador do Sertão

“Do Mato Grosso ao Amazonas, Rondon instalou 2.232 quilômetros de linhas telegráficas”.


O ano era 1907. O oficial do corpo de engenharia militar, Cândido Mariano da Silva Rondon, o Marechal Rondon acabara de ser encarregado pelo Governo Federal para implantação da linha telegráfica entre os Estados do Mato Grosso e Amazonas. Os pontos extremos eram as cidades de Cuiabá e Santo Antônio do Rio Madeira, a sete quilômetros da atual capital, Porto Velho. Para cumprir melhor a missão, Rondon, ainda tenente-coronel do Exército, dividiu os trabalhos em três etapas e as denominou “expedições”.

A primeira expedição começou em 02 de setembro de 1907 e o ponto de partida foi Diamantino, no Mato Grosso. Demorou apenas 74 quilômetros para Rondon e seus homens encontrarem o que seria o maior desafio da missão: os índios. O militar usou métodos humanitários na pacificação e fazia toda a tropa expedicionária ser subordinada ao lema: “morrer se preciso for, matar nunca”. Na primeira parte dos trabalhos de instalação da linha telegráfica Cândido Mariano da Silva Rondon abriu 1.781 quilômetros de picadas.
A segunda expedição ocorreu de 29 de julho a 03 de novembro de 1908. Esta seria mais arriscada que a primeira. Toda a tropa teria que enfrentar os ferozes índios Nhambiquaras. Muitos homens amedrontados e acovardados abandonaram a comitiva e foram denominados por Rondon como “soldados de espírito fraco”. Mais uma vez o método de pacificação surtiu efeito os “selvagens”. Entre as localidades de Juruema e a Serra do Norte, ambas no Mato Grosso, a expedição ergueu 1.653 km de linha telegráfica.
A mais famosa das expedições, a terceira, aconteceu em 1909. Nesta Rondon avançou todo o sertão do atual Estado de Rondônia. A travessia durou 237 dias. As dificuldades aumentaram na última etapa da missão. Índios fizeram emboscadas e mataram um dos soldados. Em função do perigo, os expedicionários se detiveram 51 dias e buscaram localizar as cabeceiras que davam para os rios Guaporé, Madeira e Tapajós.
No dia 09 de outubro, os expedicionários descobriram um rio de 50 metros de largura. Rondon o batizou com o nome de Pimenta Bueno, uma homenagem aos serviços de um amigo geógrafo. O tenente-coronel chefiava uma tropa de 28 homens que passavam grandes dificuldades com a falta de alimentos. Mas no dia 25 de dezembro a expedição chegava, finalmente, ao objetivo, Santo Antônio do Rio Madeira, com 2.232 km de linha levantada. Entusiasmado Mariano Cândido da Silva Rondon discursa:
Assim findou a nossa peregrinação de 8 meses, através dos sertões do nordeste mato-grossense, a exploração realizada sob os auspícios do santo amor à Pátria. Não fôramos mantidos por este sublime sentimento, não teríamos energia moral suficiente para suportar tão grandes choques e das privações de toda a sorte que nos atormentaram a travessia”.
O último poste de linha telegráfica foi implantado somente em 1915, ano em que foi esticada a última roldana de fio. Outras expedições foram feitas até os rios Jamary, Anary e Machadinho, rio das Dúvidas, Ji-paraná ou Machado e Jacy Paraná.

Homenagem recusada

Na tarde do dia 13 de setembro de 1943, era assinado no Palácio do Catete, o decreto-lei 5.812 de criação do Território que seria implantado com áreas desmembradas dos Estados de Mato Grosso e Amazonas. Houve corrida pelo nome do Território, até que por sugestão do ministro de Viação e Obras Públicas, Mendonça Lima, veio a idéia do nome Rondônia, em homenagem ao general Cândido Rondon. Ao ter conhecimento da indicação, Rondon, segundo os historiadores, recusou a homenagem.
Diante da negativa, outros nomes foram sugeridos: Minas Novas, Urucumacuan, Madeira e, finalmente Guaporé. Mais tarde o nome Rondônia prevaleceu, pela Lei 2.731 de 17 de fevereiro de 1956, por projeto de um deputado amazonense.
Embora tenha tratado com crueldade os subordinados, negado prestação de contas da linha telegráfica e recusado a homenagem do nome Rondônia, não se pode negar que Cândido Mariano da Silva Rondon foi um dos maiores pioneiros deste Estado e grande personalidade do início do século.
Nascido em 05 de maio de 1855, ele ascendeu, ainda jovem, aos maiores postos de hierarquia militar por reais méritos. Foi escolhido “Patrono das Comunicações”, recebeu o título “Civilizador  dos Sertões” e, em 1953, foi lançado candidato ao Prêmio Nobel da Paz.

Atividade Obrigatória
Acesse o link abaixo e responda:
http://goo.gl/forms/nhzYYVPLZS


Imagem - http://pt.wikipedia.org/wiki/C%C3%A2ndido_Rondon

EXERCÍCIOS

1)      Mesmo antes dos portugueses outros povos se estabeleceram no rio Amazonas, entre eles:
a)      Os ingleses que se estabeleceram no encontro das águas do Xingu com o Amazonas, em 1559.
b)      Os franceses que, na Amazônia, tentaram criar a França Antártida, em 1517.
c)      Os holandeses que se estabeleceram no encontro das águas do Xingu com o Amazonas, em 1559.
d)     Os espanhóis que criaram fortificação no baixo Amazonas, a partir de 1564.
e)      N.R.A.

2)      O primeiro estabelecimento português no Amazonas foi:
a)      O forte Príncipe da Beira, em 1763.
b)      O forte de Coimbra, em 1654.
c)      O forte de Natal, em 1563.
d)     O forte do Presépio, em 1616.
e)      N.R.A.

3)      O Estado do Maranhão e o Grão-Pará foi criado em:
a)      1623.
b)      1624.
c)      1625.
d)     1627.
e)      1626.

4)   As ordens religiosas que atuavam na Amazônia colonial eram:
a)      Eram livres para agirem.
b)      Tinham sua atuação regulada pelo estado português.
c)      Vinculavam-se e subordinavam-se diretamente ao papa.
d)     Submetiam-se aos conselhos coloniais.
e)      N.R.A.


5)      Quanto à atuação das ordens religiosas, a Carta Régia de 1693 determinava:
a)      A determinação de áreas específicas de catequese para cada ordem.
b)      A expulsão dos jesuítas da Amazônia.
c)      O restabelecimento do direito de padroado.
d)     A criação do conselho jesuítico.
e)      A predominância dos mercenários.


6)      Não são fatos do processo de colonização dos vales dos rios da Amazônia nos séculos XVI e XVII:
a)      A conquista e o povoamento da região amazônica foi motivada por fatores de ordens diversas prevalecendo a busca de riquezas naturais e a consolidação de uma base de ocupação mercantilista.
b)      Francisco Caldeira Castelo Branco atuou decisivamente no processo de expulsão de estrangeiros do vale amazônico, fundando em 1616 a cidade de Santa Maria de Belém do Grão-Pará.
c)      Pedro Teixeira consolidou a presença portuguesa na Amazônia ao realizar a primeira viagem de navegação pelo Amazonas partindo de Quito até Marajó.
d)     A ocupação colonial da Amazônia foi marcada pela atuação das ordens religiosas franciscana, capuchinha, mercedária, carmelita e principalmente jesuíta que fundaram aldeamentos e missões para a catequese e aculturamento do indígena.
e)      No rastro das missões e aldeamentos, bandeirantes e militares estabeleceram-se na Amazônia buscando riquezas naturais, indígenas para o cativeiro e manutenção das fronteiras.


7)      Não considerado fator que inviabilizou a construção da EFMM pela empreiteira P&T Collins:
a)      O bloqueio do dinheiro destinado às obras pelos tribunais londrinos.
b)      A ruptura de relações entre Brasil e Bolívia devido à questão do Acre.
c)      A insalubridade regional.
d)     Os ataques de indígenas, a fome e o desabastecimento.
e)      O desconhecimento das condições naturais e da tipografia regional pelos empreiteiros.
8)      Foi o fator alegado pela empreiteira inglesa Public Works para retirar-se das obras da EFMM em Santo Antônio do Madeira:
a)      O ataque dos indígenas Karipunas ao acampamento em Santo Antônio.
b)      A insalubridade ambiental.
c)      A crise no comércio internacional da borracha.
d)     A ausência de mão-de-obra disponível.
e)      Os conflitos regionais entre Brasil e Bolívia devido à questão do Acre.


9)      Marque V ou F:
(  ) Farquhar comprou a concessão para a construção da EFMM do engenheiro carioca Joaquim Catramby.
(   ) A fim de resolver os problemas da insalubridade a empresa Madeira-Mamoré construiu o hospital São José.
(  ) Os trabalhos de abertura da selva e assentamento dos trilhos foram realizados por milhares de trabalhadores nacionais e estrangeiros, destacando-se os barbadianos.
(    ) A EFMM foi concluída em 1930 e teve como seu primeiro diretor geral o Tenente Aluízio Ferreira.

10)  Quando foi iniciada a última tentativa de construção da EFMM, e quando foi concluída?

11)  Que privilégios detinha a direção norte-americana da EFMM sobre Porto Velho?

12)  Quem foi e quais as obras do 1º superintendente de Porto Velho?

13)  Quem eram os soldados da borracha?

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

SIMULADO

Simulado de HISTÓRIA E GEOGRAFIA DO BRASIL / HISTÓRIA E GEOGRAFIA DE RONDÔNIA
Questão de concurso 5596
1 .(TCE-RO, Cesgranrio - Técnico em Informática - 2007) Na década de 60 do século XX, uma onda migratória em direção ao Território Federal de Rondônia aqueceu a economia da região. Essa onda migratória: 
A ) era composta por imigrantes atraídos pelas vantagens oferecidas pelo sistema de parceria, implantado pelo Senador Nicolau Vergueiro.
 
B ) era composta, em sua maioria, por garimpeiros em busca de cassiterita, atraídos pelas vantagens oferecidas pelo Governo Federal.
 
C ) reviveu os antigos bandeirantes, que utilizavam os cursos de rios para atingir o interior.
 
D ) representou uma melhoria na qualidade de vida dos povos indígenas ali instalados.
 
E ) levou o Governo Federal a controlar com maior rigor as reservas minerais encontradas no subsolo amazônico, criando projetos integrados de colonização.
 
       
Questão de concurso 5609
2 .(SEDUC-RO, Funrio - Professor - 2008) Em que década, do século XX, foi aberta a rodovia federal 364? 
A ) Década de 50.
 
B ) Década de 40.
 
C ) Década de 60.
 
D ) Década de 20.
 
E ) Década de 80.
 
       
Questão de concurso 5622
3 .(Corpo De Bombeiros - RO, Funcab - Soldado - 2008) “No final do século XIX e durante a primeira metade do século XX (1877- 1960), todos os principais rios de Rondônia eram utilizados para navegação. Nesse período os rios davam acesso aos diversos seringais existentes na região.”
(Oliveira, O. Amélio.Geo Rondônia).
Atualmente, uma importante via de transporte fluvial e o rio: 

A ) Machado, entre a cachoeira Dois de Novembro e a localidade de Tabajara;
 
B ) Mamoré, entre Guajará-Mirim e o encontro com o rio Beni;
 
C ) Madeira, entre Porto Velho e a foz, no rio Amazonas;
 
D ) Guaporé, entre Guajará-Mirim e o encontro com o rio Beni;
 
E ) Madeira, entre Campo Novo de Rondônia e a localidade de Tabajara.
 
       
Questão de concurso 5635
4 .(PM-RO, Funcab - Soldado - 2008) Leia o texto abaixo e responda à questão.
“A hidrografia do estado de Rondônia é formada por uma bacia principal, a do rio Madeira, que é composta por cinco bacias tributárias: Guaporé, Mamoré, Abunã, Jamari e Machado ou Jiparaná, e pela bacia do rio Roosevelt ( ... )”.
(Oliveira,O. Amélio.Geo. Rondônia)
O rio Madeira tem uma extensão navegável de, aproximadamente, 1056km. Entretanto, apesar de não impedir a navegação, durante o período da seca há um trecho em que surgem obstáculos ocasionados por assoreamento no leito do rio.Trata-se do trecho entre: 

A ) o Município de Porto Velho e a foz;
 
B ) a Cachoeira de Santo Antônio e a foz;
 
C ) a Cordilheira dos Andes e o encontro com o rio Guaporé;
 
D ) os rios Ouro Preto e Pacaás Novos;
 
E ) os rios Jamari e Guaporé.
 
       
Questão de concurso 5644
5 .(PM-RO, Funcab - Soldado - 2008) Durante o primeiro ciclo da borracha, a grande comercialização do látex desperta no governo brasileiro a necessidade de integrar a região da bacia do rio Madeira com as demais regiões do país. O então Presidente Afonso Pena nomeia uma comissão, comandada por Cândido Mariano da Silva Rondon, em 1907, que integrou essa região ao restante da nação através: 
A ) da construção das linhas telegráficas;
 
B ) da construção da estrada de ferro Madeira-Mamoré;
 
C ) da criação do Território Federal do Guaporé;
 
D ) da organização da exploração da cassiterita em Rondônia;
 
E ) da criação do PAR - Projeto de Assentamento Rápido.
 
       
Questão de concurso 5648
6 .(IDARON-RO, Funcab - Assistente Administrativo - 2008)A ideia de “desenvolvimento sustentável” está cada vez em maior evidência entre as questões da atualidade. De acordo com este conceito, considera-se que: 
A ) o meio ambiente, fundamental como fonte de recursos naturais para as gerações futuras, deve ser intocável;
 
B ) é o modelo de desenvolvimento que tem sido aplicado em toda a Região Sudeste do Brasil, mas não em Rondônia;
 
C ) deve buscar se explorar os recursos naturais de uma região, mas sem comprometer o meio ambiente e prejudicar a qualidade de vida das populações;
 
D ) deve se estimular tanto a preservação das terras indígenas como o desmatamento para sustentar melhor as populações rurais;
 
E ) precisamos deixar de utilizar os recursos naturais e minerais para melhorar a qualidade de vida dos habitantes do País.
 
       
Questão de concurso 5657
7 .(IDARON-RO, Funcab - Fiscal de Defesa Sanitária - 2008) Interpretando-se o mapa de Rondônia, a seguir, observamos que ele localiza o estado com suas coordenadas geográficas e limites, apresenta alguns dos seus aspectos físicos - relevo e hidrografia - e a distribuição de suas principais cidades. Percebe-se, também, uma parte da planície Amazônica destacando-se pequenos planaltos, cujo ponto culminante está na serra Pacaás Novos. Além disso, alguns dos rios fazem parte da bacia Amazônica.
No que diz respeito às questões demográficas, ao processo de urbanização e às atividades econômicas, o mapa permite concluir que a atual distribuição populacional foi muito marcada...

Disponível em: http://images.google.com.br/imgres?imgurl=http://waveland __1.tripod.com/mapas/rondonia Acesso em: 05/01/2009. 

A ) por incentivos públicos à agricultura e pela descoberta de minérios, que atraíram uma grande migração com consequências na urbanização que, por sua vez, teve na BR-364, o eixo que passou a interligar diversas cidades, fazendo a conexão rodoviária entre o Mato Grosso e o Acre;
 
B ) pela hidrografia do estado, pois cerca de 80% dos rondonienses habitam ao longo dos rios, com destaque para Porto Velho (rio Madeira), Guajará Mirim (rio Mamoré) e Costa Marques (rio Guaporé);
 
C ) pela estrada de ferro Madeira-Mamoré, a via de fixação de cidades e do escoamento da produção de látex e da castanha, que até hoje permite que a maioria da população do estado esteja localizada ao longo do seu itinerário;
 
D ) pelo crescimento recente da população do estado, com os fluxos de migrantes principalmente do Nordeste, como aconteceu no Primeiro Ciclo de Extração de Látex e no período posterior à Segunda Guerra Mundial, quando os preços do produto o tornaram novamente valorizado no mercado internacional;
 
E ) pela fronteira com a Bolívia, fator de segurança nacional e de projetos de colonização financiados pelo INCRA, no sentido de atrair fluxos de migrantes vindos do Sul do Brasil.
 
       
Questão de concurso 5670
8 .(SESAU-RO, Funcab - Médico - 2009) No ano de 1956 a Lei nº 2.731 mudou o nome “Território de Guaporé” para “Território Federal de Rondônia”. Posteriormente, a Lei Complementar nº 41 elevou Rondônia à condição de Estado. Isto ocorreu durante o governo do presidente: 
A ) João Batista de Figueiredo;
 
B ) Getúlio Vargas;
 
C ) Eurico Gaspar Dutra;
 
D ) Juscelino Kubitschek;
 
E ) João Goulart.
 
       
Questão de concurso 5683
9 .(DETRAN-RO, FEC - Pedagogo - 2007) Com base no IBGE-Anuário Estatístico do Brasil 2001, pode-se afirmar sobre a população do estado de Rondônia que:
I. a população urbana é maior que a população rural;
II. a concentração da população urbana é mais acentuada na capital;
III. a população feminina é bem maior que a população masculina.
Dos itens acima apenas: 

A ) I está correto;
 
B ) II está correto;
 
C ) III está correto;
 
D ) I e II estão corretos;
 
E ) I e III estão corretos.
 
       
Questão de concurso 5709
10 .(MP-RO, Cesgranrio - Analista Contábil - 2005)
“Desde sua descoberta casual em 1542, a Amazônia tem funcionado como cabo de guerra entre fato e ficção, fantasia e realidade (...).
Assim que os ensandecidos conquistadores do século XVI foram substituídos pelos meticulosos cientistas do século XIX – entre eles o francês La Condamine, o descobridor da borracha – ficou claro que o maior tesouro da Amazônia era vegetal.”
BUENO, Eduardo. Brasil: uma história. 2ª ed. ver. São Paulo: Ática, 2003, p. 156.
Apesar de a região amazônica ser conhecida desde a época citada, não houve, até o século XVIII, por parte do governo português, qualquer projeto de efetiva colonização do interior da Amazônia. Contudo, o desinteresse português era relativo, o que pode ser evidenciado pela(o): 

A ) assinatura do Tratado de Madri, em 1750, que garantia à Espanha a exploração da Bacia Amazônica.
 
B ) dificuldade em transpor os obstáculos dos rios Madeira e Mamoré para embarcar produtos nativos extraídos da região.
 
C ) expansão das missões jesuíticas castelhanas que, sob o beneplácito da Igreja e da Coroa Portuguesa, garantiram a catequese e a disponibilidade de mão-de-obra escrava indígena.
 
D ) presença de uma população nativa, com cultura diversificada da europeia, resistente ao trabalho escravo.
 
E ) envio de expedições e fundação de fortificações, com o objetivo de conter as investidas dos espanhóis, afastando-os das regiões mineradoras do centro-oeste.
 
       


GABARITO
1. B
2. C
3. C
4. B
5. A
6. C
7. A
8. A
9. D
10. E

Rios Navegáveis em RO.

Resultado de imagem para principais rios rondonia

No final do século XIX e durante a primeira metade do século XX (1877-1960), todos os principais rios de Rondônia eram utilizados para navegação. Nesse período, os rios davam acesso aos diversos seringais existentes na região.
Resultado de imagem para rios madeira

O rio Madeira, entre Porto Velho e a foz no rio Amazonas, é uma importante via de transporte. O rio Machado ou Ji-Paraná é navegável entre a foz e a cachoeira Dois de Novembro. No trecho entre a cachoeira Dois de Novembro e a localidade de Tabajara existem várias cachoeiras que impedem a navegação. A partir daí, existem algumas pequenas cachoeiras ou corredeiras, que dificultam a navegação mais não a impede.
Resultado de imagem para rio mamore e guapore

Os rios Mamoré e Guaporé são navegáveis e são explorados pela navegação que abastece a população ribeirinha, dentro dos limites de Rondônia, da cidade de Guajará-Mirim até a foz do rio Cabixi.

***Sugestão Slides: Os Principais Rios De RondôNia


Importantes dicas sobre a bacia hidrográfica do estado de Rondônia no  vídeo


***Sugestão atividades Professora Telma

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Clima de Rondônia


O clima de uma região esta associado ás condições da circulação geral da atmosfera, através das perturbações transientes de escala sinóptica e das perturbações secundarias, formadas em função da topografia e dos efeitos locais.

No Estado de Rondônia, o clima esta particularmente associado ao da macro região amazônica.

O verão é o período mais chuvoso na região. 
Durante esta estação observa-se uma grande atividade convectiva causada por uma maior incidência de radiação solar, durante o ano, e a influência da ZCIT e da AB que se desintensificam durante o inverno, quando os principais mecanismos associados as chuvas nesta estação são a brisa fluvial, as Lis e as atividades convectivas locais de menor intensidade.

O período chuvoso ocorre entre os meses de outubro a abril, e o período de estiagem entre os meses de junho, julho e agosto.

A precipitação média anual é em torno de 1.400 mm a 2.500 mm, onde, mais de 90% desta precipitação ocorre no período chuvoso.
O regime térmico apresenta pouca variação ao longo do ano. 
A média anual da temperatura do ar varia de 24ºC a 26ºC, com a temperatura máxima variando entre 30ºC e 34ºC e temperatura mínima entre 17ºC e 23ºC.


(texto Apostila Prof. Sônia Arruda)


Leia mais:
http://noticiasro.zip.net/arch2008-08-24_2008-08-30.html

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Atividade Obrigatória
Acesse o link abaixo e responda:
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